Sete modos num anel, oitenta anos de tração integral e dois motores elétricos que respondem antes de se pensar neles. É aqui que o Outlander PHEV se explica a quem gosta de conduzir.
Seletor de modo de condução
O seletor fica na consola central, ao lado do selector de marchas. Cada posição afina ao mesmo tempo a resposta do acelerador, a direção, a repartição do binário entre eixos e a travagem: seis coisas de uma vez. Carregue num modo para ver o que muda.
Respondem ao condutor
Respondem ao piso

Respondem ao condutor
A aceleração mais rápida da gama.
Indicado para ultrapassar em autoestrada ou para acelerar num acesso. É o modo que dá a sensação de arranque forte e imediato típica de um motor elétrico.
Neste modo a travagem regenerativa passa automaticamente para B5 e a prioridade ao modo elétrico é desligada, a favor do desempenho.
Respondem ao condutor
O modo do trânsito, e o que menos gasta.
Apoia uma condução amiga do ambiente e é o mais descansado no trânsito da cidade. Mesmo com o pedal no fundo, o carro acelera de forma gradual e suave.
Permite uma variação de temperatura maior dentro do habitáculo, para o ar condicionado consumir menos.
Respondem ao condutor
A predefinição, e o equilíbrio.
Serve uma gama larga de condições em estrada alcatroada, seca ou molhada. Equilibra segurança, prazer de condução e consumo.
Respondem ao piso
Estrada sinuosa, conduzida a sério.
Feito para condução dinâmica em alcatrão. Dá resposta rápida ao acelerador e uma direção mais consistente, para inscrever o carro melhor nas curvas.
Neste modo a travagem regenerativa passa automaticamente para B5 e a prioridade ao modo elétrico é desligada, a favor do desempenho.
Respondem ao piso
Terra batida e estradões.
Pensado para estradas não pavimentadas. Dá tração e estabilidade onde o piso é solto e a aderência muda de metro a metro.
Neste modo o cruise control adaptativo não pode ser utilizado.
Respondem ao piso
Neve e gelo, com arranques suaves.
Para estrada com gelo ou neve. Suaviza o arranque e melhora a tração e a estabilidade direcional, reduzindo o risco de perder o carro em piso escorregadio.
Neste modo o cruise control adaptativo não pode ser utilizado.
Respondem ao piso
Lama e neve funda: para sair de lá.
Para estradas de lama ou com muita neve. Deixa a roda rodar o suficiente para se libertar, em vez de a travar: é o modo de quem ficou preso.
Neste modo o cruise control adaptativo não pode ser utilizado.
Escala relativa entre modos, tal como a Mitsubishi Motors a publica no guia de formação do Outlander PHEV MY 2025. Não são unidades de medida.
O segundo comando
Ao lado do anel, na mesma consola, está o botão EV. O anel afina a maneira como o carro se porta; este diz ao sistema o que fazer com a carga que resta.
O sistema decide sozinho, e decide bem. Mas há alturas em que quem conduz sabe o que aí vem: a subida, o troço urbano no fim da autoestrada, a zona de emissões reduzidas. O botão percorre quatro estados.




A predefinição, e o estado em que o carro fica sempre que se liga. O motor elétrico e o de combustão são usados de forma equilibrada, e o sistema decide.
Força o sistema a manter-se em modo elétrico enquanto conseguir. Para chegar a casa em silêncio, ou entrar numa zona de emissões reduzidas.
O sistema passa a híbrido em série ou em paralelo para NÃO gastar a carga: guarda-a para onde ela vale mais, por exemplo o fim urbano de uma viagem de autoestrada.
O sistema usa o motor de combustão para carregar a bateria até cerca de 85%, em andamento.
O estado escolhido não fica guardado: a cada arranque o carro volta a Normal.
Super All-Wheel Control
Um 4x4 normal é bom a pôr o carro a andar em linha reta e não faz nada por ele na curva. O S-AWC foi feito para as duas coisas: gere cinco sistemas ao mesmo tempo e escolhe, em frações de segundo e durante todo o percurso, o que serve àquele metro de estrada.
São oitenta anos de tração integral e mais de cinquenta de veículos elétricos na mesma peça: a mesma tecnologia que a Mitsubishi Motors levou ao Dakar e ao Mundial de Ralis.


A resposta da direção: quanta força é precisa para virar e como o volante se comporta ao sair da curva.

A resposta de cada motor, à frente e atrás, ao que o pé direito pede.

Quanto binário vai para a frente e quanto vai para trás, a cada instante.

Trava ligeiramente a roda de dentro da curva para o carro rodar para dentro em vez de escorregar para fora.

O controlo de estabilidade e o de tração, integrados na mesma decisão e não em cima dela.

Trava ligeiramente a roda interior à curva para o carro rodar para dentro, em vez de escorregar para fora.

A travagem é repartida eletronicamente entre os eixos e integrada no mesmo cérebro que gere a tração.

Em neve ou gelo, o sistema reparte o binário roda a roda antes de a aderência acabar.
O anel só se percebe a rodar, com o carro em andamento.
Marcar Test-DriveTravagem regenerativa
Ao largar o acelerador, os dois motores elétricos passam a geradores e a energia do movimento volta para a bateria. As patilhas do volante regulam a força com que isso acontece, entre seis níveis, de correr livre a abrandar com firmeza sem tocar no travão.
Mais forteMais fraca
Com a bateria cheia não há para onde mandar a energia, e até aqui isso significava perder a travagem regenerativa logo no cimo da serra, onde ela faz mais falta.
Esta geração resolveu-o: o sistema faz rodar o motor de combustão através do gerador para dissipar a energia, com uma força de travagem equivalente à do nível B2. Quem vai a descer não tem de andar a travar.

Pedal inovador
Com esta função ligada, o sistema acelera, abranda e trava conforme a direção, a quantidade e a velocidade com que se mexe o pedal do acelerador. Menos tempo a passar de um pedal para o outro é menos tempo a travar.

O travão continua a ser preciso para imobilizar o carro por completo: o pedal inovador leva-o até muito devagar, não até à imobilização.
A melhor forma de perceber o S-AWC é rodar o anel com o carro em andamento. Marque um test-drive.